domingo, 12 de setembro de 2010

Banheirão do Araguaia - Parte Final

Prezada Amigas Seguidoras, agora desvendo, finalmente o segredo guardado a sete chaves sobre como se deu a expulsão do acampamento do Araguaia em decorrência de um benheirão mal sucedido. Que isso sirva de lição para minhas seguidoras!

Primeiro, vale lembrar que mesmo as outras três mosqueteiras (monas) que estavam comigo até lerem este posto não sabem da verdade, devem estar, nete momento com os olhos fixos nesta tela a fim de descobrirem o motivo pelo qual foram expulsas o qual, até o presente momento, apenas eu sabia.

Vamos lá, terminei o post anterior na parte em que, em estado de extase incorporei ima faxineira e passei a morar no banheirão. Até ai, tudo bem, ao menos para mim poderia ser algo normal, afinal de contas o banheirão estava sujo mesmo e alguém precisava lavá-lo.

Quando minhas amigas lá entraram e chamaram minha atenção tinha negão que ficava 24:00 horas de pica dura naquele acampamento e, todas, inclusive my best friends também já haviam aquendado.

Quando todas saíram ficou apenas a faxineira (eu) e o Negão do bar. Ele deixou a porta entre aberta durante o banho, com a única e exclusiva finalidade de me mostrar sua okani odaréssima dézima, ficou inclusive muito excitado e eu, quando estou em processo de caça no banheirão fico em estado de transe (minhas amigas que o digam, só falto bater nelas quando entram no meu santuário e tentam empatar minha foda).

Se até minha mãe entrasse em um banheirão durante meu estado de transe, seria capaz até de lhe dar uma rasteira (brincadeira).

Vamos a continuação da história: Em um certo momento, queria, na verdade era arrombar aquela porta e entrar lá dentro e fazer a minha obrigação, mais como também sou fetichista e voyer deixei com que meu instinto falasse mais alto.

O negão colocou apenas sua imensa jeba pela fresta da porta do banheirão e eu chupava como uma cadelinha no cio, estava cega, não pensava em nada apenas um sugar aquele chouriço.

Como estava em estado de transe, quase um coma profundo, olhei para o lado e observei que alguns funcionários do camping assistiam a cena, inclusive o gerente do acampamento, que logo, depois, gentilmente nos expulsoudo acampamento.

Memos sem saber onde colocava minha cara, pegamos o barco e fomos até a Cidade, quando lá eu e BB contamos parte da história para Paulette e Biqueira e resolvi não voltar mais nem para pegar as minhas coisas. Não tinha mais cara de voltar no acampamento.

Segundo minhas amigas, enquanto caminhavam pelo acampamento com nossos pertences os outros campuiseiros aplaudiam a saída das Monas (anda bem que não estava lá).

Adiviem o que estava fazendo? Óbvio, estava no banheirão da Pracinha (aquele no início do primeiro post), cumprindo mais uma vez com a minha peligrinação.

Hoje à noite vou postar os banheirões de hoje e olha que vai ter história!

4 comentários:

  1. Mona, desconfio que a Srª levou uma curra desse negão ou de algum outro funcionário do acampamento e não quer assumir... rs. Enfim já imaginava que algum babado tinha acontecido naquele dia. Conte pra nós, suas seguidoras as histórias dos banheirões do interior também e das técnicas de engenharia para a fabricação dos glorious holes, sua chavina de fenda de estimação kkk Tá pensando que travesti é bagunça???

    BB

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  2. Nossa fico imaginando a Paulete, la pegando suas coisas no acampamento e o pessoal aplaudindo ele ao ir embora, kkkkkkkk.
    Não paro de rir aqui só de pensar nessa história.
    Abração.
    Saudades de você mona.

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  3. GENTEE Guia de locais de pegação em SP. Não só banheiros mas parques, ruas, faculdades e terminais também! Postando coisa nova a cada semana!

    Segue lá!
    https://opaulistinha.blogspot.com

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